Imortalizadas pelas óperas de Wagner, Brynhyldr tornou-se a partir do século XIX a mais famosa valquíria de todos os tempos. Os últimos poemas da Edda poética narram algumas de suas façanhas (com o nome de Sifdrifa, “nevasca de batalha”), bem como a Völsunga Saga.
No desfecho do poema éddico Fáfnismál (“os ditos de Fáfnir”), o herói Sigurdr (“favorecido pela batalha”), após matas o dragão Fáfnir e comer seu coração, consegue entender a linguagem dos pássaros da floresta. Estes comentam a respeito de uma sala existente na montanha Hindarfial, que seria cercada por fogo e ali dormiria uma valquíria. Ela estaria recebendo um castigo por não ter agido do modo que Odin queria.
A narrativa prossegue no poema Sigrdrifumál (“os ditos de Sigrdrífa”). Chegando nesta montanha, Sigurdr contempla uma mulher dormindo, totalmente vestida com equipamentos de guerra: cotas de malha e elmo na cabeça. Utilizando sua espada mágica (Gramr), o herói rompe a malha do corpo, despertando a valquíria. Ela conta que se chama Sigrdifa e as razões de ter sido encantada: fez morrer um rei cuja vitória em batalha havia sido prometida pelo deus Odin. Além do encantamento, deveria contrair matrimônio com um homem que não tivesse nenhum temor. Em seguida, ela descreve a sabedoria das runas, suas utilizações para a magia e para elaborar encantamentos.
No desfecho do poema éddico Fáfnismál (“os ditos de Fáfnir”), o herói Sigurdr (“favorecido pela batalha”), após matas o dragão Fáfnir e comer seu coração, consegue entender a linguagem dos pássaros da floresta. Estes comentam a respeito de uma sala existente na montanha Hindarfial, que seria cercada por fogo e ali dormiria uma valquíria. Ela estaria recebendo um castigo por não ter agido do modo que Odin queria.
A narrativa prossegue no poema Sigrdrifumál (“os ditos de Sigrdrífa”). Chegando nesta montanha, Sigurdr contempla uma mulher dormindo, totalmente vestida com equipamentos de guerra: cotas de malha e elmo na cabeça. Utilizando sua espada mágica (Gramr), o herói rompe a malha do corpo, despertando a valquíria. Ela conta que se chama Sigrdifa e as razões de ter sido encantada: fez morrer um rei cuja vitória em batalha havia sido prometida pelo deus Odin. Além do encantamento, deveria contrair matrimônio com um homem que não tivesse nenhum temor. Em seguida, ela descreve a sabedoria das runas, suas utilizações para a magia e para elaborar encantamentos.
